Pesquisar
,

Os Estados Unidos estão se preparando para dividir a Somália?

O reconhecimento da Somalilândia por Israel reacende temores de fragmentação da Somália e revela o papel dos EUA na disputa geopolítica pelo Chifre da África

Robert Connie
Soldados da Missão da União Africana na Somália (AMISOM). (Foto: Stuart Price / AU-UN IST / Flickr)
Soldados da Missão da União Africana na Somália (AMISOM). (Foto: Stuart Price / AU-UN IST / Flickr)

No dia 26 de dezembro de 2025, Israel se tornou o primeiro país do mundo a reconhecer oficialmente a Somalilândia como um país independente. A Somalilândia é um dos sete estados que compõem a República Federal da Somália, situada no Chifre da África. A decisão de Israel de reconhecer unilateralmente a Somalilândia como um país separado ameaça abalar a frágil unidade da Somália – um país maior que o estado americano do Texas –, abrindo as portas para uma divisão ainda maior e sua fragmentação em pequenos estados. Ela também ultrapassa um dos principais linhas vermelhas da África – ou seja, a preservação das fronteiras estatais herdadas na época da independência.

No dia 6 de janeiro, após a decisão, Israel enviou seu ministro das Relações Exteriores em uma visita “oficial” ilegal à Somalilândia, onde, ao lado do presidente Abdullahi, ele afirmou a soberania da Somalilândia enquanto zombava dos palestinos. Juntos, eles anunciaram planos para abrir embaixadas e trocar embaixadores. Mais recentemente, Abdullahi apareceu na Suíça, no Fórum Econômico Mundial – um evento somente para convidados, com a participação principalmente de CEOs e autoridades ocidentais – onde fez lobby por mais reconhecimento e apresentou oportunidades de investimento, declarando a Somalilândia como “pronta para negócios”. Em um jantar a portas fechadas, Abdullahi conversou com o presidente israelense Herzog e Eric Trump, um executivo sênior do império empresarial da família Trump.

Rejeição global

O reconhecimento ilegal de Israel destrói décadas de consenso internacional sobre a integridade territorial da Somália. A reação global foi rápida. A União Africana – um bloco continental de 55 membros – considerou a declaração de Israel “nula, sem efeito e sem validade jurídica sob o direito internacional”, exigindo sua “revogação imediata”. Órgãos intergovernamentais, incluindo a Organização da Cooperação Islâmica (57 países), a Liga Árabe (22 países), a Autoridade Intergovernamental para o Desenvolvimento da África Oriental (8 países) e o Conselho de Cooperação do Golfo (6 países), condenaram a ação de Israel.

A pedido da Somália, as Nações Unidas convocaram uma reunião de emergência dos membros do Conselho de Segurança. Todos os 15 membros denunciaram Israel, com exceção de seu principal patrocinador imperial – os Estados Unidos –, que defendeu veementemente o que o embaixador da Somália na ONU descreveu como um “ato de agressão” israelense.

Se outra potência militar reconhecesse unilateralmente a independência do estado do Texas, por exemplo – onde a plataforma do Partido Republicano, no poder, exige a secessão –, as autoridades federais dos EUA sem dúvida considerariam isso um “ato de agressão” contra sua integridade territorial. No entanto, não quando se trata da Somália.

Estados Unidos, mais que um mero espectador

Nos últimos anos, os Estados Unidos também têm flertado com a ideia de reconhecer a independência da Somalilândia da Somália – em outras palavras, abandonando sua política padrão de “Uma Somália” em favor do desmembramento. Para Washington, o debate não tem nada a ver com os interesses do povo somali. Na verdade, suas deliberações – fragmentar ou não a Somália – dizem respeito à opção que melhor fortaleceria as posições dos EUA na crítica região do Chifre da África, em um momento em que os atores estatais estão se diversificando para longe dos EUA por meio da participação na Iniciativa Cinturão e Rota da China, que envolve 150 países.

A China tem sido o maior parceiro comercial da África por 16 anos consecutivos, ultrapassando os Estados Unidos em 2009, justamente quando o sistema capitalista americano passava por uma crise financeira mais grave do que qualquer outra desde a Grande Depressão. “Sabemos que não podemos competir com a Iniciativa Cinturão e Rota”, afirmou o ex-comandante do Comando Africano dos EUA (AFRICOM), general Michael Langley, em 2024, quando testemunhou perante o Comitê de Serviços Armados da Câmara.

Incapazes de “acompanhar” a crescente parceria comercial entre a África e a China, a reação dos EUA tem sido se entrincheirar militarmente. Em 2022, o presidente Biden reverteu a retirada das tropas americanas, enviando rapidamente centenas de forças terrestres permanentes de volta à Somália. Em 2024, Trump assinou um acordo para construir cinco novas bases militares em quatro estados somalis, além da capital, jogando com a versátil carta do “contraterrorismo”. Os bombardeios americanos na Somália nunca foram tão intensos desde o início da guerra com drones, há duas décadas. No ano passado, os Estados Unidos bombardearam a Somália mais de 100 vezes, tornando-a o campo de batalha mais sangrento e menos divulgado dos EUA em 2025.

Para Washington, a outra “proteção” contra o enfraquecimento de seu domínio é apoiar movimentos separatistas, especialmente aqueles tão desesperados por reconhecimento que estão dispostos a trocá-lo por qualquer coisa, incluindo a disposição de cooperar totalmente com o império americano. É aí que entra a Somalilândia.

Contexto da divisão colonial do povo somali

Os falantes de somali formam um dos maiores grupos étnicos da África. A partilha colonial europeia da África no final do século XIX – a “corrida pela África” – dividiu o território habitado pelos somalis em cinco partes: Somalilândia Britânica ao norte, Somalilândia Italiana ao sul, Somalilândia Francesa (atualmente Djibuti), Somalilândia Ocidental, que foi reivindicada pelo Império Etíope não conquistado (atualmente o Estado Regional Somali na Etiópia), e o Distrito da Fronteira Norte, que foi incorporado ao Quênia Britânico (atualmente seis condados administrativos no nordeste do Quênia).

Como parte da onda de descolonização após a Segunda Guerra Mundial, duas dessas partes – a Somalilândia Britânica e a Somalilândia Italiana – conquistaram a independência em 1960 e se uniram voluntariamente para formar a República da Somália, um país com as mesmas fronteiras territoriais que conhecemos hoje. Os somalis que residiam nas outras três partes – localizadas nos atuais Djibuti, Etiópia e Quênia – ficaram fora das fronteiras concedidas pelas potências coloniais, criando o cenário para disputas e conflitos fronteiriços. Quase toda a política externa somali desde a independência em 1960 se concentrou na unificação dos somalis em um único Estado.

Em 1991, quando o aliado dos EUA na Guerra Fria na Somália, Siad Barre, foi derrubado, o desaparecimento da autoridade central após anos de guerra civil levou as pessoas a recorrerem às autoridades locais – que se sobrepunham às redes de parentesco e linhagem pré-existentes – em busca de segurança e serviços. À medida que as administrações regionais se reagruparam seguindo essas linhas, elas aspiraram reconstruir uma Somália unificada, mas descentralizada. Houve uma exceção. Comandantes guerrilheiros e líderes políticos baseados em Hargeisa – a capital costeira da antiga Somalilândia Britânica – queriam se separar, uma medida apoiada apenas por uma parte da população da região. Os anti-secessionistas, no entanto, foram coagidos, e a independência da Somalilândia do resto da Somália foi declarada unilateralmente no dia 18 de maio de 1991, dentro das fronteiras da antiga colônia britânica da Somalilândia.

35 anos depois, o governo em Hargeisa ainda não exerce controle sobre 45% do território que reivindica, áreas que estão sob o governo federal da Somália e onde as pessoas aderem à ideia de uma Somália unida. A liderança política e a população em geral no resto da Somália também nunca aceitaram a secessão. Para muitos somalis, separar a Somalilândia da Somália é visto como um retorno à divisão colonial.

A linha vermelha da África

Em 35 anos, a Somalilândia também não foi reconhecida por nenhum chefe de Estado ou governo africano. Isso porque a política adotada pelos Estados africanos pós-coloniais no início dos anos 60 – consagrada nos documentos fundadores da Organização da Unidade Africana e sua organização sucessora, a União Africana – afirmou o princípio de uti possidetis – ou, em outras palavras, deixar as fronteiras onde estavam quando a independência foi conquistada. Entre as razões para essa preferência política duradoura está o receio de que qualquer coisa que abra a porta para uma revisão total das fronteiras herdadas do colonialismo – em um continente com 165 fronteiras separando 55 países – possa desencadear a anarquia.

Operando dentro desse quadro jurídico, a Somalilândia e a Somália argumentam que o uti possidetis se aplica a cada uma delas e não uma à outra. As autoridades da Somalilândia afirmam que o uti possidetis deve se referir às fronteiras da Somalilândia Britânica e da Somalilândia Italiana da era colonial separadamente, reivindicando seu direito de se manter como um país separado. A República Federal da Somália, por outro lado, afirma que o uti possidetis deve referir-se às fronteiras dos dois territórios quando se uniram voluntariamente cinco dias após ambos terem conquistado a independência, e que foi essa entidade soberana unida que aderiu à OUA em 1963, quando da sua fundação. Discussões jurídicas à parte, em essência, a luta pela salvaguarda da atual integridade territorial da Somália ou pela facilitação de sua divisão em miniestados envolve questões sobre o que melhor servirá (ou colocará em grave risco) o projeto de forjar um Chifre da África mais forte e independente.

A Somalilândia levou seu caso à União Africana em 2005. Desde então, a UA tem se recusado repetidamente a aceitar suas tentativas de se separar da Somália como um estado separado.

Anseio pelo reconhecimento imperialista

Incapazes de garantir o reconhecimento dentro da África, os separatistas da Somalilândia têm buscado vigorosamente o reconhecimento internacional como forma de superar a oposição continental. O prêmio mais cobiçado é considerado o reconhecimento dos EUA, que se espera que possa coordenar aliados pró-Ocidente para seguirem o exemplo em troca de dar aos Estados Unidos o que eles querem – uma base ultraconfiável na região. O desejo de reconhecimento dos EUA levou as autoridades da Somalilândia a alinharem-se com os objetivos geopolíticos dos Estados Unidos. Assim, a Somalilândia apresenta-se como firmemente oposta à China, chegando ao ponto de estabelecer relações diplomáticas não oficiais com a ilha de Taiwan em 2020. Apenas um país na África descartou de forma semelhante a política de “Uma só China” e formalizou relações com Taiwan sem o conhecimento de Pequim – o repressivo Reino de Essuatíni.

Taiwan faz parte da China há mais de 200 anos, mas o governo dos EUA – em busca de pontos de pressão a serem aplicados contra Pequim – mantém viva a ameaça de separar Taiwan do resto da China.

Além de Taiwan, o outro principal parceiro externo da Somalilândia são os Emirados Árabes Unidos (EAU), um conjunto de sete reinos governados por seis ditaduras familiares e um importante aliado dos EUA. Cada magnata do petróleo hereditário tem procurado manter-se no trono, em primeiro lugar, aliando-se à superpotência militar dos EUA e ao seu principal representante regional, o apartheid israelense. Assim, os EAU são um colaborador próximo de Israel, normalizando as relações em 2022 contra a vontade dos seus cidadãos. Os Emirados Árabes Unidos consideram a África Oriental como seu quintal e, na última década, têm seguido uma estratégia de “pivô para o Chifre da África”, construindo bases militares – inclusive na Somalilândia – e financiando paramilitares em toda a região, a fim de estabelecer sua presença no terreno. Do ponto de vista do imperialismo dos EUA, as atividades de “pivô para o Chifre da África” dos Emirados Árabes Unidos são uma forma potencialmente útil de compensar a tendência de declínio da influência dos EUA.

Em relação a Israel, durante o genocídio apoiado pelos EUA em Gaza, o governo da Somalilândia não só mostrou disposição para permanecer em silêncio, como também estabeleceu secretamente laços mais estreitos com Israel. A Somália, por outro lado, não tem – e nunca teve – relações diplomáticas formais com Israel.

Se tudo isso foi planejado para chamar a atenção das elites de Washington, funcionou. Em 2022, os líderes da Somalilândia se reuniram com membros do Congresso e do governo Biden. Poucos dias depois, legisladores de ambos os partidos apresentaram uma legislação para melhorar as relações com a Somalilândia. Nesse mesmo ano, a Lei de Autorização de Defesa Nacional dos EUA – legislação anual que autoriza o financiamento e define as prioridades para as forças armadas dos EUA – instruiu o Pentágono a aprofundar seu envolvimento na Somalilândia. O reconhecimento da Somalilândia foi delineado no Projeto 2025, que se tornou o plano da administração Trump. No ano passado, legisladores americanos da chamada “Comissão Especial da Câmara sobre a Competição Estratégica entre os Estados Unidos e o Partido Comunista Chinês” solicitaram ao Departamento de Estado que abrisse uma presença diplomática formal na Somalilândia, a fim de “enfatizar nosso compromisso de combater a crescente influência da República Popular da China em uma das regiões mais importantes do mundo em termos geopolíticos” e começar a distinguir “a Somalilândia da República Federal da Somália”.

No ano passado, sob o novo presidente da Somalilândia, Abdirahman Mohamed Abdillahi, uma proposta começou a circular em Washington: permitir que os Estados Unidos estabelecessem uma base militar e explorassem recursos minerais em troca de reconhecimento diplomático. No entanto, alguns em Washington estavam suficientemente hesitantes para desacelerar as coisas. A Somália veria o reconhecimento como o desmembramento de seu país, o que poderia levá-los a expulsar as forças armadas dos EUA. Estrategistas imperialistas ponderaram se os EUA deveriam abrir mão de sua posição atual na Somália por um ganho marginal na Somalilândia. No curto prazo, uma maneira do império americano ter o bolo e comê-lo todo seria deixar que um de seus capangas coloniais assumisse a liderança.

Enquanto avançavam em direção ao reconhecimento, os Estados Unidos, Israel e os Emirados Árabes Unidos ponderaram vários riscos – incluindo uma preocupação moderada com o desencadeamento de uma reação continental – e, consequentemente, operaram um pouco abaixo do limiar do reconhecimento. Ao mesmo tempo, porém, eles se perguntam (e provavelmente uns aos outros): quem deveria fazê-lo primeiro?

Israel fura a fila

No dia 26 de dezembro de 2025, o mundo soube a resposta a essa pergunta: Israel. Tendo se tornado universalmente repudiado internacionalmente após perpetrar um genocídio em Gaza, Israel não estava mais tão preocupado com o impacto negativo em sua reputação, já que já havia alcançado o status de país mundialmente odiado. O que importa mais para eles do que a opinião oficial em toda a África neste momento é obter os meios para continuar travando sua guerra regional de agressão pós-7 de outubro. As forças de resistência palestinas e libanesas – embora ainda de pé – sofreram perdas significativas. Enquanto isso, o Irã e as áreas controladas pela resistência no Iêmen não foram derrotados. Ao reconhecer a independência da Somalilândia neste momento, o principal objetivo de Israel é usar a Somalilândia como base militar para atacar o Iêmen, que fica do outro lado do estreito Golfo de Aden. Duas semanas após o acordo entre Israel e Somalilândia, um funcionário do Ministério das Relações Exteriores de Hargeisa reverteu as negativas anteriores e confirmou em uma entrevista à mídia israelense que as negociações sobre a criação de uma base militar israelense estão em andamento.

Os líderes da Somalilândia ainda negam as acusações de que – além de uma base – eles assinaram um esquema de realocação em massa dos EUA e Israel, pelo qual os palestinos seriam levados para países terceiros assim que fossem expulsos de Gaza. Os EUA e Israel teriam abordado vários países africanos com a mesma proposta, incluindo Marrocos, Etiópia, Egito, Sudão, Sudão do Sul e Líbia.

Tudo isso provavelmente reforçará o isolamento geral de Israel no continente, que já é antigo.

EUA buscam vantagem, Somália busca unidade

Parte do establishment imperialista dos EUA quer aproveitar o impulso do reconhecimento de Israel, acompanhando-o em uma rápida sucessão. “Israel reconheceu este pequeno enclave como um país. Os Estados Unidos também deveriam fazer o mesmo”, exultou um artigo de opinião do Washington Post escrito por um analista sênior da Heritage Foundation – escritor e editor do Projeto 2025 do regime Trump. O Wall Street Journal publicou um artigo de opinião intitulado entusiasticamente “Uma solução de dois Estados para a Somália”.

O governo da Somália respondeu ao esquema de reconhecimento internacional dos EUA, Israel e Emirados Árabes Unidos com medidas para consolidar seu sistema federal. Em meados de janeiro, o presidente da Somália, o primeiro-ministro e uma grande delegação de ministros do governo federal se reuniram na cidade de Las Anood – capital do Estado do Nordeste (NES) – pela primeira vez em 40 anos. Em uma cerimônia de posse com a presença de milhares de pessoas para os líderes locais recém-eleitos, o presidente anunciou oficialmente o reconhecimento do NES como um estado federal da Somália. Isso é significativo porque o NES é uma parte gigante do território reivindicado pelos separatistas da Somalilândia, agora com o apoio oficial de Israel. Em seu discurso na cerimônia, o presidente da Somália declarou simbolicamente que “Las Anood é a capital da unidade do país”. O presidente da Somalilândia rebateu em um evento que “Las Anood é parte integrante da Somalilândia” e “nos esforçaremos para recuperá-la do inimigo”. Em outras palavras, a intromissão de Israel no Chifre da África pode já estar levando à retomada da guerra, na qual os interesses imperialistas estarão mais profundamente envolvidos do que nunca.

Além disso, a Somália rescindiu todos os acordos com os Emirados Árabes Unidos – desde operações portuárias até cooperação militar – citando “relatórios e evidências confiáveis” de seu papel em facilitar o reconhecimento por parte de Israel. A mensagem é clara: o status da Somalilândia é uma questão a ser resolvida pelos somalis dentro de um contexto africano, não pela conivência de potências externas.

Para Washington, onde políticos imperialistas estão reunidos discutindo os prós e contras de dividir a Somália – assim como seus antepassados coloniais de outrora –, o reconhecimento ilegal de Israel serve como um balão de ensaio. Com seu guardião genocida tomando posição na Somalilândia e com as forças americanas já operando no resto da Somália, há aqueles em Washington que acreditam que esse novo status quo lhes dá quase tudo o que desejam. Outros estão prontos para desmembrar a Somália no momento em que sentirem que os interesses militares e de investimento dos EUA na Somalilândia estão garantidos. 

(*) Tradução de Raul Chiliani

Liberation News o Liberation é o jornal do Party for Socialism and Liberation (PSL), dos Estados Unidos.

Continue lendo

O presidente dos EUA, Donald Trump, durante visita a Memphis, no Tennessee. (Foto: White House / Molly Riley)
Sem reis, sem guerras: as ondas de protesto contra Trump
A lei prevê diferentes cenários para os acusados, dependendo se eles estão detidos em território ocupado, vivendo sob a lei militar, ou em território israelense. (Foto: PxHere)
Em meio ao genocídio, Israel aprova a pena de morte para palestinos
(Foto: US Embassy / Flickr)
Como os EUA derrubam governos democraticamente eleitos

Leia também

São Paulo (SP), 11/09/2024 - 27ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo no Anhembi. (Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil)
Ser pobre e leitor no Brasil: um manual prático para o livro barato
Brasília (DF), 12/02/2025 - O ministro da Defesa, José Múcio Monteiro, durante cerimônia que celebra um ano do programa Nova Indústria Brasil e do lançamento da Missão 6: Tecnologias de Interesse para a Soberania e Defesa Nacionais, no Palácio do Planalto. (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)
O bestiário de José Múcio
O CEO da SpaceX, Elon Musk, durante reunião sobre exploração especial com oficiais da Força Aérea do Canadá, em 2019. (Foto: Defense Visual Information Distribution Service)
Fascista, futurista ou vigarista? As origens de Elon Musk
Três crianças empregadas como coolies em regime de escravidão moderna em Hong Kong, no final dos anos 1880. (Foto: Lai Afong / Wikimedia Commons)
Ratzel e o embrião da geopolítica: a “verdadeira China” e o futuro do mundo
Robert F. Williams recebe uma cópia do Livro Vermelho autografada por Mao Zedong, em 1 de outubro de 1966. (Foto: Meng Zhaorui / People's Literature Publishing House)
Ao centenário de Robert F. Williams, o negro armado
trump
O Brasil no labirinto de Trump
O presidente dos EUA, Donald Trump, com o ex-Conselheiro de Segurança Nacional e Secretário de Estado Henry Kissinger, em maio de 2017. (Foto: White House / Shealah Craighead)
Donald Trump e a inversão da estratégia de Kissinger
pera-5
O fantástico mundo de Jessé Souza: notas sobre uma caricatura do marxismo
Uma mulher rema no lago Erhai, na cidade de Dali, província de Yunnan, China, em novembro de 2004. (Foto: Greg / Flickr)
O lago Erhai: uma história da transformação ecológica da China
palestina_al_aqsa
Guerra e religião: a influência das profecias judaicas e islâmicas no conflito Israel-Palestina