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Oriente Médio

Yasser Arafat, líder da Organização para a Libertação da Palestina (OLP) e Marwan Barghouti, líder do Fatah que segue preso por Israel. (Foto: helga tawil souri / Flickr)
Vijay Prashad: o genocídio não terminará sem a libertação dos líderes políticos palestinos
O jornalista Saleh Aljafarawi, morto em Gaza no último domingo (12). (Foto: Reprodução / Mídia social)
Como o assassinato do jornalista Saleh Aljafarawi e a repressão do Hamas a milícias apoiadas por Israel se relacionam
Palestinos comemoram no campo de Nusairat em 9 de outubro de 2025, após a notícia de um novo acordo de cessar-fogo em Gaza. Em 9 de outubro, Israel e o Hamas chegaram a um acordo de cessar-fogo em Gaza para libertar os reféns ainda vivos, um passo importante para o fim de uma guerra que matou dezenas de milhares de pessoas e desencadeou uma catástrofe humanitária. (Foto: Belal Abu Amer \ apaimages)
“Quando a guerra terminar, poderemos chorar”: alegria e apreensão em Gaza com a entrada em vigor do cessar-fogo
Garoto palestino em meio a escombros na Cidade de Gaza em 24 de agosto de 2014. (Foto: United Nations Photo / Flickr)
Haidar Eid: “a solução de dois Estados é racista”
Olhar para trás, para a longa história de resoluções da ONU sobre a Palestina – aprovadas, mas nunca respeitadas – parece quase inútil. Desde a primeira Nakba até os dias atuais, os palestinos estão presos em um limbo, forçados a viver em vastos campos de concentração e agora sujeitos a um extermínio aberto em condições brutais. E isso prossegue, sem parar. (Foto: Pok Rie / Pexels)
Palestina: reconhecimento de quê? E por quê?
Paciente no Hospital al-Shifa, na Cidade de Gaza, esvaziado após equipe médica e pacientes terem sido forçados a evacuar em 27 de setembro de 2025. (Foto: Omar Ashtawy / APA IMAGES)
Sem remédios, camas, comida ou água: por dentro do principal hospital de Gaza
Soldado israelense olha as fronteiras da Síria e Jordânia a partir dos territórios das Colinas de Golã ocupadas por Israel. 18/10/2015. (Foto: D. Myles Cullen / DoD)
Para além de Gaza: Líbano, Síria e Iêmen, as outras guerras de Israel
Jato da Força Aérea israelense se preparando para ataque no Iêmen, em 16 de setembro de 2025. (Foto: Forças de Defesa de Israel)
Assim como com Gaza, os jornalistas dos EUA falharam com seus colegas assassinados no Iêmen
Vários grupos de ativistas tentarão, no próximo domingo, 31 de agosto, romper o cerco e chegar às águas palestinas, embora desta vez o façam em grande estilo: dezenas de barcos civis partirão do porto de Barcelona, que serão acompanhados, mais tarde, por embarcações de outros países na "Flotilha Global" a Gaza. (Foto: Joe Catron / Flickr)
A maior flotilha rumo a Gaza da história
"Dois Estados" significa que normalizamos a existência de um Estado que usa a morte como prática, um Estado que normaliza e ensina o racismo e o ódio nas suas escolas, um Estado que não esconde o seu desejo de expansão através da violência e do extermínio de outros povos. (Foto: scottgunn / Flickr)
A solução de dois Estados é possível?
Protestos em Israel em fevereiro de 2023 contra Netanyahu. (Foto: Hanay / Wikimedia Commons)
Mais de 500 mil nas ruas em Israel: é contra o genocídio?
Atualmente, 10.800 detidos políticos e prisioneiros políticos palestinos definham nas prisões israelenses. (Foto: Uriel Shatil / Physicians for Human Rights - Israel)
O destino amaldiçoado dos palestinos nas prisões israelenses