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Internacional

O presidente do Equador, Daniel Noboa, durante visita a acampamentos móveis das Forças Armadas em Guayas. (Foto: Mauricio Torres / Presidencia de la República del Ecuador)
Autoritarismo, austeridade, repressão: a crise no Equador
Palestinos comemoram no campo de Nusairat em 9 de outubro de 2025, após a notícia de um novo acordo de cessar-fogo em Gaza. Em 9 de outubro, Israel e o Hamas chegaram a um acordo de cessar-fogo em Gaza para libertar os reféns ainda vivos, um passo importante para o fim de uma guerra que matou dezenas de milhares de pessoas e desencadeou uma catástrofe humanitária. (Foto: Belal Abu Amer \ apaimages)
“Quando a guerra terminar, poderemos chorar”: alegria e apreensão em Gaza com a entrada em vigor do cessar-fogo
Garoto palestino em meio a escombros na Cidade de Gaza em 24 de agosto de 2014. (Foto: United Nations Photo / Flickr)
Haidar Eid: “a solução de dois Estados é racista”
Nas semanas que antecederam o discurso na ONU, Trump afirmou que pelo menos mais dois ataques mortais contra embarcações haviam sido realizados e publicou vídeos que mostravam apenas pessoas mortas por bombardeios aéreos, sem verificação independente das acusações de tráfico de drogas ou da nacionalidade das vítimas. (Foto: Eneas de Troya / Flickr)
“Os eliminaremos do mapa”: o espetáculo caribenho de Trump
Cerca de 20% a 30% dos fluxos ilícitos globais são lavados nos Estados Unidos e estão diretamente associados ao narcotráfico. Esse dado indica que o país é o principal beneficiário mundial da lavagem de dinheiro oriundo do tráfico de drogas. (Foto: Tima Miroshnichenko / Pexels)
Os EUA são a principal lavanderia do narcotráfico global
Olhar para trás, para a longa história de resoluções da ONU sobre a Palestina – aprovadas, mas nunca respeitadas – parece quase inútil. Desde a primeira Nakba até os dias atuais, os palestinos estão presos em um limbo, forçados a viver em vastos campos de concentração e agora sujeitos a um extermínio aberto em condições brutais. E isso prossegue, sem parar. (Foto: Pok Rie / Pexels)
Palestina: reconhecimento de quê? E por quê?
O padrão-ouro, que garantia que cada dólar pudesse ser trocado por uma quantidade fixa de metal precioso, foi deixado para trás. Desde então, o dólar tem sido sustentado exclusivamente pela “confiança” na economia dos Estados Unidos e pelo poder político e militar que a respalda. (Foto: Ervins Strauhmanis / Flickr)
O mundo financia o déficit dos EUA
Paciente no Hospital al-Shifa, na Cidade de Gaza, esvaziado após equipe médica e pacientes terem sido forçados a evacuar em 27 de setembro de 2025. (Foto: Omar Ashtawy / APA IMAGES)
Sem remédios, camas, comida ou água: por dentro do principal hospital de Gaza
Assata Shakur em Havana, Cuba, em maio de 1992. (Foto: Bill Hackwell / Resumen Latinoamericano)
A liberdade de uma fugitiva: o exílio de Assata Shakur em Cuba
Se intenção de governos é gerar emprego, a indústria militar não é a melhor escolha. (Foto: Bogdan Rădulescu / Wikimedia Commons)
Investir em educação gera quase o triplo de empregos do que investir em Defesa
É especialmente preocupante que as taxas de suicídio mexicanas cresçam de forma alarmante nos grupos mais jovens. Ele tornou-se a quarta causa de morte entre pessoas de 19 a 29 anos. E aumenta especialmente entre as mulheres: na faixa etária de 10 a 19 anos, aumentou 126% e, entre as mulheres de 20 a 29 anos, subiu 144%. (Foto: Mulher chorando (1883), de Vincent van Gogh / Domínio Público)
Suicídios: a pandemia silenciosa no México
Assata Shakur em abril de 1981. (Foto: Trenton Times / Wikimedia Commons)
Assata Shakur: um símbolo de resistência vitoriosa