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Opinião

Cerimônia de chegada do corpo de seis soldados norte-americanos mortos por ataques iranianos no Kuwait. (Foto: Emily J. Higgins / White House)
Washington quer uma saída; o Irã não está abrindo a porta
O período mais longo dos EUA sem conflito bélico durou apenas cinco anos, entre 1935 e 1940, devido ao isolacionismo a que foi condenada pela Grande Depressão. (Foto: U.S. Army / Ken Scar, 7th Mobile Public Affairs Detachment)
Frei Betto: os EUA e as guerras
Soldados do Exército da República Islâmica do Irã durante desfile em 2019. (Foto: Amir Hossein Nazari / Tasnim)
O Irã tem o direito de se defender
Entre o altar, que ainda exclui, e o túmulo, que se multiplica, está o desafio de romper estruturas que, direta ou indiretamente, continuam a dizer às mulheres qual é e qual não deve ser o lugar delas. (Foto: public domain pictures)
Frei Betto: feminicídio e exclusão histórica das mulheres
O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, com o presidente dos EUA, Donald Trump, no aeroporto Ben Gurion, em Israel. (Foto: Amos Ben Gershom GPO / IsraelMFA / Flickr)
Netanyahu finalmente consegue sua guerra contra o Irã
O líder supremo do Irã, Ali Khamenei, assassinado no último sábado (28). (Foto: khamenei.ir)
Chaves para entender o ataque ao Irã
O presidente dos EUA, Donald Trump, durante pronunciamento na Casa Branca. (Foto: Daniel Torok / White House)
Por que Washington quer uma guerra contra o Irã
Protestos em Kashmar, no Irã, em janeiro de 2026. (Foto: Wikimedia Commons)
A noite em que os protestos no Irã foram cooptados por forças externas
Um menino segura com orgulho a bandeira cubana durante um desfile militar em Havana, Cuba. (Foto: Thomassin Mickaël / Flickr)
A Revolução Cubana resiste ao imperialismo dos EUA
Uma canoa no Rio Tapajós. (Foto: Clairex / Flickr)
A privatização dos rios Tapajós, Madeira e Tocantins
Jovem borda quadro ao estilo tibetano em oficina de bordados no condado de Gonghe. Salários vão de 4 a 8 mil yuans por mês. (Foto: Pedro Marin / Revista Opera / Opera Mundi)
China global, crise global?
Soldados soviéticos com prisioneiros de Auschwitz libertados em janeiro de 1945. (Foto: Autor desconhecido / Domínio Público)
Auschwitz e a lembrança: quando o mercado ameaça a memória