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Opinião

O presidente dos EUA, Donald Trump, durante evento de Páscoa na Casa Branca. (Foto: Daniel Torok / White House)
É possível confiar nos Estados Unidos? A história diz que não!
Um soldado ucraniano utilizando um drone. (Foto: RawPixel)
Pax Silica: a nova ordem do capital, da tecnologia e da guerra
O oficial nazista Klaus Barbie, o "carniceiro de Lyon", reabilitado pela CIA para reprimir movimentos de esquerda na América Latina. (Foto: Domínio Público / Wikimedia Commons)
As origens nazistas do tráfico de drogas na América Latina: Klaus Barbie, a cocaína e a CIA
O presidente dos EUA, Donald Trump. (Foto: White House / Flickr)
Irã: a guerra fracassou, as negociações fracassaram – o bloqueio de Washington também fracassará
A concepção islâmica da guerra parte de uma premissa diferente das caricaturas frequentemente projetadas sobre ela. (Foto: Hossein Zohrevand / Tasnim / Wikimedia Commons)
A bomba e o aiatolá: a guerra justa islâmica e a questão nuclear no Irã pós-Khamenei
Protesto no Irã por ocasião do 40º dia da morte das estudantes de Minab durante ataques dos EUA ao Irã. (Foto: Masoud Shahrestani / Tasnim / Wikimedia Commons)
Como saber se os rebeldes venceram: a derrota estrutural do império no Irã
O presidente dos EUA, Donald Trump, durante visita à cidade de Memphis, no Tennessee. (Foto: Molly Riley / White House)
Irã: uma guerra anunciada
O então primeiro-ministro de Cuba e líder da Revolução Cubana, Fidel Castro, durante Assembleia Geral da ONU, em 1979, em Nova Iorque. (Foto: Bernard Gotfryd / Library of Congress)
Fidel Castro entre a Guerra Fria e o não alinhamento
O presidente dos EUA, Donald Trump, durante visita a Memphis, no Tennessee. (Foto: White House / Molly Riley)
Sem reis, sem guerras: as ondas de protesto contra Trump
A lei prevê diferentes cenários para os acusados, dependendo se eles estão detidos em território ocupado, vivendo sob a lei militar, ou em território israelense. (Foto: PxHere)
Em meio ao genocídio, Israel aprova a pena de morte para palestinos
(Foto: US Embassy / Flickr)
Como os EUA derrubam governos democraticamente eleitos
Durante anos, a postura convencional em Washington e Tel Aviv sustentava que o Irã poderia ser contido por meio de uma combinação de estrangulamento econômico e assassinatos seletivos – uma estratégia de “decapitação” destinada a desmantelar a estrutura de comando da República Islâmica sem desencadear uma guerra em grande escala. (Foto: american_rugbier / Flickr)
A estratégia de guerra do Irã: paz através da resistência