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Globetrotter

O presidente do Equador, Daniel Noboa, chega ao Palácio de Carondelet, em novembro de 2023. (Foto: Carlos Silva-Presidencia de la República)
Como Daniel Noboa venceu no Equador e o que esperar do seu novo mandato
Tanque da 118a Brigada Blindada das Forças de Defesa de Israel (IDF) durante operação em Rafah, em Gaza, em 13 de abril de 2025. (Foto: IDF)
A solução final de Israel para Gaza
Mural anti-imperialista pintado na Embaixada dos EUA em Teerã após a crise dos reféns. (Foto: Phillip Maiwald (Nikopol) / Wikimedia Commons)
Sanções como guerra civilizacional: o custo humanitário da pressão econômica dos EUA
Entre 1954 e 1975, as forças armadas dos Estados Unidos lançaram 7,5 milhões de toneladas de bombas sobre o Vietnã, o Laos e o Camboja, mais do que as 2 milhões de toneladas de bombas lançadas durante a Segunda Guerra Mundial em todos os campos de batalha. No Vietnã, os EUA lançaram 4,6 milhões de toneladas de bombas, inclusive durante campanhas de bombardeios indiscriminados e violentos, como a Operação Rolling Thunder (1965-1968) e a Operação Linebacker (1972). (Foto: Thuan Pham / Pexels)
O Vietnã comemora 50 anos do fim do período colonial
Cerimônia de celebração dos 80 anos do Dia da Vitória na Segunda Guerra Mundial sobre o fascismo. Praça Vermelha, Rússia - Moscou. (Foto: Ricardo Stuckert / PR)
80 anos depois: lembrando a derrota do fascismo ou testemunhando seu retorno?
Recentemente deposto, o ex-presidente da Coreia do Sul, Yoon Suk-yeol, tentou autogolpe em dezembro de 2024, decretando lei marcial no país. (Foto: Alex Ferro/G20/Palácio do Planalto)
Coreia do Sul: para impedir golpes é preciso aprofundar a democracia
O primeiro-ministro israelense e o presidente dos EUA, Donald Trump, durante visita do mandatário norte-americano a Israel, em maio de 2017. (Foto: Amos Ben Gershom / GPO / Flickr)
Trump retomará o acordo nuclear entre o Irã e os EUA?
O presidente dos EUA, Donald Trump, assina série de ordens executivas ao lado da secretária da Educação, Linda McMahon. 23/04/25. (Foto: White House / Molly Riley)
A turbulência na economia global
Não é preciso ser muito perspicaz para concluir que a abordagem de Trump é diametralmente oposta à de Xi. Enquanto a China promove a abertura, a cooperação e a interdependência, os EUA estão se isolando, gerando instabilidade e imprevisibilidade nos mercados globais. A abordagem chinesa tem como base o benefício mútuo e a interconexão global, enquanto Trump amplia a fragmentação econômica, ameaçando interromper as cadeias globais de suprimentos. (Foto: Steve Kwak / Maryland GovPics / Flickr)
O dilema geoeconômico: globalização à la Xi ou isolacionismo à la Trump?
Um mineiro carrega enxofre retirado das redondezas do vulcão Ijen, na Java Oriental, na Indonésia. (Foto: CEphoto/ Uwe Aranas / Wikimedia Commons)
Indonésia, o novo espírito de Bandung e o desenvolvimento industrial
O presidente dos EUA, Donald Trump, e China, Xi Jinping, durante encontro bilateral na Cúpula do G20 no Japão, em 29 de junho de 2019. (Foto: Shealah Craighead / White House)
A resposta da China à escalada da guerra comercial de Trump
Militares carregam a bandeira da União Europeia. (Foto: European Parliament / Flickr)
Quem paga o preço pelo retorno do militarismo alemão?